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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Ninguém morre de véspera...



Do Papa Francisco ao ser perguntado sobre a barafunda no trânsito do Rio de Janeiro, no dia da sua chegada:

"Eu não sinto medo. Sei que ninguém morre de véspera. Quando for a minha vez, se Deus permita, será." O Pontífice ainda disse que escolheu o papamóvel com aberturas, sem vidros laterais, para se aproximar melhor do público. E concluiu:
"Se você vai estar com alguém que ama muito, amigos, vai fazer a visita dentro de uma caixa de vidro?"


Fica a lição.  Será que  nós saímos da caixa de vidro quando nos relacionamos com nossas mulheres, amigos, companheiros de trabalho, com o outro que passa ao nosso lado, muitas vezes precisando de uma pequena ajuda? Ou continuamos no papamóvel blindado que impede  uma conexão de mais amor e qualidade  entre os seres humanos?

Que tal descer do papamóvel , esticar os braços e  abraçar e beijar  o outro como Francisco acabou de nos ensinar?  O mundo, satisfeito e emocionado, por certo agradecerá para  sempre.

Valeu!

Abraço!

Rony Lins

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