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sexta-feira, 6 de julho de 2012

O contraditório Valdívia...



Começou ontem na Arena Barueri (SP) a decisão da Copa do Brasil 2012, que como é de conhecimento geral, garante ao campeão uma vaga na Taça Libeertadores da América de 2013.

Daí o jogo pegado, duro, beirando, em algumas jogadas, à deslealdade desnecessária.

O Palmeiras venceu e convenceu pouco, apesar de contar no time com a estrela Valdívia. O craque, joga  muito bem, não há dúvida,  sofria com as entradas duras da zaga adversária e devolvia as botinadas, enquanto reclamava sem tréguas do árbitro do jogo.

E lá pelas tantas, com seu time ganhando a parada, e sabendo que a festa ainda não acabou, há um jogo de volta no caldeirão do Couto Pereira, em Curitiba, o chileno desferiu uma cotovelada no nariz do médio-volante do Coritiba, num golpe digno dos mais violentos e decididos lutadores de MMA, que desabou com o adversário e causou a sua justíssima expulsão . Jogada no meio de campo, disputada por jogadores de ambas as equipes, nenhuma necessidade de uma covardia desse porte.

O esquisito é que esse mesmo Valdívia sofreu um ato de violência há 3 semanas atrás, um sequestro relâmpago junto com sua esposa.  Ninguém merece passsar por tal experiência, traumatizante para qualquer ser humano. A esposa do craque já foi embora e diz que não retorna mais. Valdívia, dizendo-se fragilizado, aventou a possibilidade de rescindir o contrato com o Palmeiras, já que se sentia inseguro depois da violência sofrida.

São situaçãoes distintas e não há comparação entre elas. Mas, a gente sai mexido de um episódio traumático como o que passou o jogador palmeirense. O temperamento da pessoa  pode até mudar, dizem psicólogos e psiquiatras especialistas no estresse pós-traumático.

Ontem, Valdívia, mutatis mutandis, usou de extrema violência contra um colega de profissão que disputava o lance com ele, na bola, com lisura, não parecendo muito fragilizado no momento, ou então, já totalmente recuperado.

A vida é um livro cheio de lições para  todos os dias do ano. Mas só para quem o abre e lê com vontade de aprender.


Valeu!

Abraço!

Rony Lins

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