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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Rir nem sempre é o melhor remédio, mas...




Atacante famoso contratado a peso de ouro, esperança de milhões de torcedores fanáticos na busca dos gols que o time tanto precisava.

Dez jogos, o astro suando a camisa e nada  de gol, torcida impaciente, cobranças de todos os lados e a  ansiedade suando a camisa do homem gol sem gol algum.

Dinheirão do clube indo pelo ralo, alguém sugeriu um médico, um psiquiatra, quem sabe, talvez um psicólogo, bem lembrado. A medicina ajuda em alguns casos, quem sabe um ansiolítico bem receitado pra fábrica de gols começar a produção?

Consulta realizada e o panorama mudou.

O craque continuava se empenhando a fundo, ninguém negava, mas surgiu um novo problema.

Chegava ao clube, quase sempre , meio mamado, às vezes trôpego, as palavras enroladas, duas vezes foi encontrado ao raiar do sol sentado na calçada no fim de uma balada.

Chamado às falas, ameaça de contrato rasgado, pé na bunda por justíssima causa, havia um tratamento médico em andamento, onde é que nós estamos?

E aí o artilheiro mostrou a receita médica que vinha sendo obedecida que nem cavalo puxando charrete.

Exibiu a receita para os diretores e disse que não entendeu bem a letra do médico, mas a última linha  estava clara: pinga três vezes por dia.

E desde então vem tomando a cachaça religiosamente:   no café, almoço e jantar. Sentiu que não estava melhorando, mas como atleta dedicado, não deixou passar em branco um dia sequer.


Valeu!

Abraço!

Rony Lins

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