Pesquisar este blog
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Tudo na mesma...
Um amigo do Blog foi comprar uma mesinha com 4 cadeiras, destas destinadas ao santo cafezinho da manhã. O Ponto Frio anunciava, em letras garrafais, em cima do próprio móvel, o preço atraente de R$ 399,00. Tudo acertado, no caixa, na hora do pagamento à vista, descobriu que o preço no sistema era de R$ 499,00. Conversa vai, conversa vem, descobriu que o Código de Defesa do Consumidor é mero enfeite, lembrança amarga no dia a dia das negociações comerciais.
Inútil lembrar que a publicidade feita pelo comerciante o obriga no fechamento do contrato, nos termos contidos na referida propaganda, e que deve valer o preço propalado aos quatro ventos, nos termos do art. 30 do mencionado Código de Defesa do Consumidor.
Aí entra o jeitinho brasileiro e vem a informação, absurda e pouco criativa, que o preço da publicidade só vale para a peça exposta, capenga e já testada por outros traseiros, e não para o produto anunciado pela loja.
Cem reais não viram o mundo de pernas pro ar, mas, por um pouco de dignidade, o amigo do Blog desfaz a compra.
Não é crível que o gerente de uma das lojas de uma rede poderosa e importante como o Ponto Frio desconheça as regras básicas do seu negócio. Ou seria o jeitinho verde e amarelo novamente em ação?
Essa sim, e é triste a constatação, é uma herança maldita.
Em 1500,os portugueses já ofereciam apitos e espelhinhos aos índios em troca de pau-brasil.
O amigo do Blog já comprou um exemplar do CDC e disse que quando passar por uma loja do Ponto Frio Mauzão vai colocar o exemplar dentro de uma geladeira daquelas, a título de colaboração, sem cobrar nada, nem um copo d'água.
Valeu!
Abraço!
Rony Lins
Assinar:
Postar comentários (Atom)
MARACANAZO E A COR DA PELE
Dia 16 de julho agora, é, 16 de julho de 2020, o MARACANAZO completou 70 anos, ou seja, em 16 de julho de 1950 o Brasil perdeu, e...

Nenhum comentário:
Postar um comentário