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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Não pode falhar...



Depois daquela histérica despedida no embarque do Corinthians rumo ao Mundial de Clubes no Japão eu fico pensando o que vai pela cabeça do jogador numa hora dessas, na pressão pelo sucesso a qualquer preço para não decepcionar a massa uivante, troglodita e ululante, que foi ao aeroporto exigir o título na bagagem de volta.

O camarada vê um excesso daquele, um fanatismo total, uma exigência de vitória  pairando no ar e viajando grudada no avião que transportou o clube, que os jogadores devem, por certo, ficar preocupados, mais tensos, pensando como será o retorno na hipótese de um possível fracasso.

São dois jogos pelo torneio. Mas depois de uma incentivada daquelas como a de Guarulhos, tem muita gente sem dormir direito no Japão a essa hora.

Torcer e desejar boa sorte é uma coisa. Quebrar aeroporto e enfrentar a polícia  é outra muito diferente. Além do abalo físico causado ao mobiliário e ao recinto do aeroporto, pode ter incutido um certo abalo emocional nos jogadores, algo que não estava no programa.

É, meu camarada. A pergunta é essa: e se der uma zebra e o título não sair?
Será que os mesmos quinze mil vão estar esperando no aeroporto?

Pé de pato mangalô três vezes.  Boa sorte Corinthians.

Abraço!

Valeu!

Rony Lins

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