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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
O homem mais rico do Brasil
Eike Batista não é mais o homem mais rico do Brasil.
Um competidor que já comia o mingau pelas beiradas há algum tempo abiscoitou o o cobiçado título.
Jorge Paulo Lemann é o nome da fera, e é o dono da cervejaria Inbev e do Burger King.
Eike, no momento, tem uma fortuna de U$$ 18,6 bilhões e Lemann, U$$ 18,9 bilhões. As ações da Inbev, a maior fabricante de cerveja do mundo, cuja fusão de U$$ 52 bilhões ele ajudou a orquestrar, subiram 1,3%, para 67,43 euros, hoje. No ano, registram uma impressionante valorização de 40%. A Inbev é controladora da brasileira Ambev, que detém as marcas Antárctica, Brahma e Skol, e tornou-se, recentemente, a maior empresa da América Latina.
O mestre cervejeiro assumiu o topo da pirâmide e é o homem mais rico do País.
E dá pra entender. O que se bebe neste País não é brincadeira. A cerveja rola solta de segunda a segunda e está presente em qualquer motivo de qualquer coisa que justifique uma comemoração ou choradeira.
Em cada esquina de cada cidade deste País , todas as noites, tem uma rodinha jogando conversa fora e tomando cerveja. E as mulheres passaram a entrar na onda e hoje tomam cerveja como nunca se viu.
O homem mais rico do Brasil não é usineiro, banqueiro, comerciante, empresário do setor aéreo, produtor de cinema e teatro, editor, escritor, médico, advogado, ministro ou consultor. O homem vende cerveja e não precisa dizer mais nada.
Os botecos mequetrefes, sujinhos, e com a cerveja e linguicinha no balcão, frequentados por quem ganha pouco e tem ali, talvez, uma das suas poucas alegrias , explicam a riqueza do número 1.
A vida é feita da falta de critérios e das desigualdades eternas. O nosso dinheirinho acaba pingando no bolso do mais rico do Brasil.
Arre! É phoda! Um brinde com uma cervejinha bem gelada!
Valeu!
Abraço!
Rony Lins
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