Volta à tela uma nova versão dos TRÊS MOSQUETEIROS, com Orlando Bloom e cia., na milésima refilmagem da história tão bem contada por Alexandre Dumas. E os elogios são abundantes para o novo filme, com aventura e diversão sendo servidas em bandejas de prata.
Muito legal isso. A história dos quatro amigos, espadachins leais ao seu rei, e inimigos do Cardeal Richelieu, o governo de fato, emociona sempre platéias do mundo inteiro e de qualquer idade. O romantismo toma conta de todo mundo e o heróismo dos mosqueteiros traz um pouco de ética aos nossos tempos tão conturbados. A história tem perfume de amor e o estalido das espadas causam frisson em todos os espectadores. Nós entramos por aqueles castelos e pradarias, montamos aqueles cavalos maravilhosos e andamos naquelas carruagens, dançamos naqueles bailes e sonhamos com aquelas roupas e a comida farta dos banquetes, e não queremos sair, com uma vontade danada de ter vivido tudo aquilo, que, pelo que vai nas telas, parece um tempo romântico e mais calmo.
Mas não se engane. Apesar do romantismo a porrada comia e muito. Qualquer vacilo e o fio da espada cantava bem afinadinho, sem falar nas execuções a toque de caixa. Mas os tempos de capa e espada fascinam a todos nós, e os três mosqueteiros são sempre bem recebidos, amadamente recebidos, com cinema cheio em qualquer esquina. Alexandre Dumas não cansa nunca.
Por isso vale a pena conferir o filme que estréia nesse próximo fim de semana.
É bom saber que naquele tempo existiam pessoas que se orgulhavam em dizer: um por todos, todos por um !
Valeu!
Abraço!
Rony Lins
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