Sábado passado o Botafogo mais uma vez tropeçou nas próprias pernas, cambaleante e indeciso, como o camarada que sai da festa sem saber direito o endereço de destino. A chance era boa de pegar uma vice-liderança, mas o Bahia, com Souza e cia. estragou os planos do Fogão. O time alvinegro promete, promete, cria um clima e... não comparece. Na hora H a coisa murcha e o chope da festa desce amargo, meio salgado.
O Souza falado é aquele da decisão da Taça Guanabara de 2008, entre Flamengo e Botafogo, quando o Flamengo venceu por 2x1 e o time alvinegro reclamou muito da arbitragem, chegando aos prantos no vestiário. Sempre que enfrenta o Botafogo e marca um golzinho Souza repete o choro. Para os botafoguenses é um suplício e muito chato a lembrança, via lágrimas , daquela decisão, de resultado, digamos , desagradável.
E sábado não foi diferente. Quando marcou o primeiro gol do Bahia, no jogo que terminou 2x2 (empatezinho ruim para o time da casa) Souza levou as mãos aos olhos e tome chororo pra todo mundo relembrar.
Na saída, tranquilo, disse que gosta de enfrentar o Botafogo e sempre marca nos confrontos contra a estrela solitária.
Agora, que é um saco ninguém tem dúvida. A gente fica torcendo para o Souza não marcar e ele fura o bloqueio e chega lá. E tome chorinho e mão nos olhos, na gozação que não tem fim.
Fogão, o seguinte: se ficar no chorinho do Souza, tudo bem, a gente aguenta. O que a gente tá rezando aos pés da Santa é pra não dar choro brabo, tipo inundação, na final do campeonato, com o Botafogo fora da final ou da Libertadores.
Valeu!
Abraço!
Rony Lins
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