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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

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Ollhem só a reviravolta na opinião dos brasileiros sobre à reação à violência sofrida pela sociedade brasileira. Está no Estadão do dia 20.10.2011. Leiam e reflitam:

" Nos últimos 12 meses, quatro em cada cinco brasileiros mudaram de hábitos por causa da violência. Como resultado direto, também é cada vez maior o número de pessoas a favor de punições maiores, incluindo pena de morte, prisão perpétua e diminuição da maioridade penal. Em alguns casos, defende-se até a violência policial. É o que mostra a pesquisa  CNI/IBOPE sobre segurança feita em julho, com 2002 pessoas  em 141 cidades.

Mesmo concordando com o uso de penas alternativas em casos de delitos leves, 83% dos entrevistados acredita que penas  mais severas reduziriam a criminalidade. A maioria reclama que a impunidade vem aumentando. Mais da metade (51%) APOIA TOTALMENTE A PRISÃO PERPÉTUA, INEXISTENTE NO BRASIL. Um porcentual significativo - 31% - DEFENDE A ADOÇÃO DA PENA DE MORTE e outros 15% ACHAM QUE PODE SER JUSTIFICADA  EM ALGUNS CASOS."

Parece surgir no horizonte, bem de leve, como uma linha de caravelas ao amanhecer, navegando lentamente em direção à praia, uma sensação de pena de talião, dente por dente e olho por olho, deu porrada leva outra  na mesma calibrada, o Estado se igualando na luta contra a deliquência, como se esta fosse a forma de vencê-la.
Mas não é.
Este pode ser o caminho para a bárbárie e uma recente execução nos Estados Unidos, cujo governador do Estado se recusou a ler uma perícia que possivelmente inocentaria o condenado, mostra bem  que os homens são falíveis e que o corredor da morte é um caminho sem volta.

Valeu!

Abraço!

Rony Lins

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