Do mago Steven Spielberg sobre os seus métodos de trabalho ao bolar e encher as telonas com suas histórias maravilhosas: escrevo os meus roteiros à mão e não os datilografo ou digito. Não tenho perfil em redes sociais e não uso o Twitter. Não gosto tanto da tecnologia, tenho um Iphone e um Ipad, e aprecio as mensagens pelo SMS.
Perguntado porque continuava escrevendo e filmando depois de tanto sucesso o mago disse que contar uma boa história é algo que sempre o fascinou e que o motiva a prosseguir na estrada. E disse mais.
Não saberia viver sem as câmeras, os atores, os roteiristas e aquela vida que cerca o trabalho cinematográfico.
Quem conhece sabe do que Steve está falando. O trabalho no cinema, no teatro e na televisão é fascinante e quem conseguiu entrar não larga o osso de jeito nenhum. E não consegue parar. Só morto. Enquanto houver vida haverá alguém trabalhando naqueles veículos mencionados aí em cima. E Steven Spielberg não é diferente do comum dos roteiristas. Uma boa história é o que conta , é o que vale. O roteirista fica seduzido de pronto e já imagina a maneira de contá-la na tela, e não sossega enquanto não colocar no papel a sua versão, pensando, também, ele sabe disso, na reação do público quando tomar contato com o seu enredo.
Por essas e outras, cinema ainda é a melhor diversão.
Fonte : O Estado de São Paulo de 13.10.2011
Valeu!
Abraço!
Rony Lins
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