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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Cada louco com sua mania...
Tem coisas que só acontecem ao Botafogo. Vai para a semifinal contra o Fluminense na Taça Guanabara. Jogo duro, enrolado, pinta de empate no ar, cheiro de pênalti aumentando a cada minuto, um sofrimento danado, no pênalti ninguém é de ninguém, a gente sabe, a importância do pênalti é tanta que os jogadores deviam ir para os vestiários e os presidentes dos clubes se apresentarem para bater e decidir o barato.
E o Botafogo fica no 1x1 com o Flu, e lá vêm os tenebrosos pênalties, e tome roeção de unha e taquicardia. O Botafogo deixa o Loco Abreu para último cobrador. E a gente conhece, a gente já viu, ele sempre dá um totó por baixo, devagarinho, a bola em câmera lenta , o goleiro parecendo que vai ter tempo de voltar e ela entra, e, às vezes, não entra. Uma loucura colocada em prática até na última Copa do Mundo, pela seleção do Uruguai.
E ontem, na semifinal da Taça Guanabara, lá vai o Loco e pimba.... Bate de forma normal, bisonha, sem loucura, sem perigo, sem criatividade, sem explosão, sem qualquer doidice. Um chute previsível na direção certa do goleiro do Fluminense.
E perdemos, os botafoguenses, mais uma oportunidade, mais uma conquista nessa vida sofrida de frustrações cozinhadas e servidas na hora agá.
O Botafogo parece que tem medo de altura e não deseja as primeiras colocações. Sei lá, pode ser uma fobia dessas pra explicar os recentes fracassos da equipe.
E a verdade é a seguinte: o Loco deu uma de normal, bateu sem nenhuma anormalidade e deu no que deu. O ditado tá certo: cada louco com sua mania. Uma delas pode ser aquela de não ser louco na hora certa.
Valeu!
Abraço!
Bom fim de semana pra todo mundo!
Rony LIns
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