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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Felipão e a pressão



Felipão, aquela simpatia danada, meio amarela, meio alegre, ao ser indagado, já como novo técnico da seleção brasileira, se poderia sentir a pressão de jogar em casa e, por isso mesmo,levar nos ombros a quase obrigatoriedade de ganhar a Copa do Mundo, chutou o balde.

E deixou claro que nem não gosta de pressão que vá trabalhar no Banco do Brasil.

A turma do Banco chiou e com toda razão.  Quem trabalha em Banco conhece  a pressão diária  que alucina qualquer um.

O técnico da seleção percebeu a gafe, a pisada na bola antes do treino começar, e pediu desculpas ao próprio presidente do Banco do Brasil.

E pressão por pressão, Felipão jogou a toalha no meio do campeonato brasileiro quando treinava o Palmeiras, e percebeu que o "Barcos"fazia água por todos os lados e o rebaixamento era certo.

Pediu as contas e foi embora deixando o navio à deriva.
Três meses depois foi contratado como técnico da seleção brasileira, com um baita salário e mais os badulaques e penduricalhos que o cargo concede a quem o exerce.

Vai um gerente de banco dar um murro na mesa, achar que a equipe não está boa , pegar as coisas e abandonar o emprego...

Três meses depois  tá vendendo pipoca na frente da igreja pra sobreviver.

Pressão é isso.  O resto é conversa mole e papo furado.


Valeu!

Abraço!

Rony Lins

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