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sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Só no Brasil...
Carlos Arthur Nuzman acaba de ser reeleito para mais 4 anos na direção do Comitê Olímpico Brasileiro.
Sua primeira escolha para dirigir o esporte olímpico brasileiro data de 1995, quando prometeu fazer do País uma potência olímpica e construir um centro de treinamento que criasse as condições necessárias para o surgimento da prometida potência olímpica.
O centro esportivo não saiu do papel. E o desempenho do Brasil nas Olimpíadas é aquele filme requentado e repetido, sem sal, sem tesão, poucas medalhas e poucos ídolos, com todo mundo se perguntando pelas ruas como é que se explica um País com um litoral desse, gente jovem à beça pelas ruas, uma País que adora a prática de esportes, se sair tão mal na hora H, lá nas pistas e piscinas olímpicas, quando chega a hora da onça beber a devida e merecida água.
O País repete o mesmo desempenho ruim há 17 anos.
E o homem se reelege para mais quatro anos, como se o passado, no caso , não condenasse e desaconselhasse a sua permanência à frente do Comitê Olímpico Brasileiro.
Na Rio 16 o filme será o mesmo, com pequenas mudanças no elenco, sob a supervisáo do mesmo diretor.
Só no Brasil...
Valeu!
Abraço!
Rony Lins
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