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segunda-feira, 22 de outubro de 2012
O paraíso existe
Impressionante o artigo do médico neurocirurgião americano, Dr. Eben Alexander, professor em Harvard e outras universidades do país, sobre a experiência vivida por ele, e outras pessoas também, aqueles que estiveram muito próximos da morte, ou foram considerados sem chance, entraram em coma profundo, e viveram aquela conhecida jornada fora do corpo, para depois retornarem e relatarem hstórias que prendem a atenção de cientistas e religiosos, desejosos de abrir e desbravar os caminhos que nos esperam.
A história consta do exemplar da Nesweek, nas bancas em 5 de outurbo de 2012, aliás, uma das últimas edições impressas da revista, já que a partir de janeiro de 2013 passará a ser divulgada somente no segmento on-line.
O médico, católico não praticante, um cientista mais aferrado aos instrumentos oferecidos pela ciência na explicação do ocorrido com o cérebro humano que enfrenta a morte bem de pertinho, respeitando a fé dos que acreditam na força de um Deus poderoso e bom, relata o que aconteceu com ele em 2008, quando após acordar uma manhã com uma intensa dor de cabeça, acabou entrando em coma por uma semana.
Em questão de horas o córtex do seu cérebro, aquela parte que cuida das emoções e pensamentos, entrou em colapso.
Foi internado no hospital onde trabalhava , tratado e monitorado 24 horas por dia, minuto a minuto , pelos colegas que há muito conhecia.
E o que aconteceu mudou sua vida e sua visão do mundo. E o relato é de um neurocirurgião americano, professor de Harvard e outras cotadas universidades dos Estados Unidos, alguém apetrechado de bons argumentos para botar lenha na velha fogueira alimentada pela discussão da ciência contra a religião.
Das impressionantes revelações que traz à tona, entre as quais, o lugar por onde andou, os sons, cantos, luzes e figuras com que se defrontou, uma é atordoante. Ele diz que se viu ao lado de uma jovem mulher, andando sobre um rio de cor e vida, e que a beleza da jovem era tanta que chegava ao ponto de você reconhecer que a vida vale a pena ser vivida.
Sem dizer qualquer palavra ela falou com ele. A mensagem atravessou seu corpo como uma lufada de vento, e ele, de forma instantânea, soube que era verdade, como ele também sabia que aquele mundo em volta deles era verdadeiro.
A mensagem tinha 3 partes e transpondo-a para a linguagem terráquea o médico diria mais ou menos isso:
Você é amado e querido para sempre.
Você não deve ter medo de nada.
Não há nada de errado com o que você faz.
Diz o doutor Alexander que a mensagem lhe proporcionou uma enorme sensação de alívio. Pareceu a ele que, tendo recebido as regras do jogo desde o início, ele tivesse jogado o jogo a vida inteira sem entendê-lo direito.
E o artigo prossegue com outras revelações que serão colocadas no livro " PROVA DO PARAÍSO,a Jornada de um Neurocirurgião Depois da Vida", do Dr. Eben Alexander.
O artigo é fantástico e vem robustecer a tese de que a vida não termina por aqui, e que nós só estamos, se é que a contagem está certa, ali pelo meio da jornada.
E agora temos um médico famoso, cientista renomado, trazendo experiências vividas por ele que reforçam a posição de que do lado de lá o jogo continua.
Agora fica uma pergunta que não quer calar: se você é querido e amado por Ele, não deve ter medo de nada e não fez nada de errado, por que essa merreca toda do lado de cá, essa falta de amor, apego desenfreado, futilidade total, selvageria, malvadeza, desigualdade, enfim, pra que esse circo dos horrores que vivemos diariamente?
Ah, é uma depuração, vale de lágrimas sem saída, e é necessário passar por isso para lavar a alma e se tornar apto a ingressar no paraíso visto pelo médico americano.
É uma resposta que faz sentido.
Mas, eu preferia que todo o amor com o qual ele foi recebido do lado de lá, fosse distribuído numa dose maior do lado de cá. Depura, mas depura com menos rigor. Alivia um pouquinho o sofrimento dos terráqueos porra-loucos que não leram a entrevista do Dr. Eben Alexander.
Pois, do contrário, a sensação de desigualdade continua a mesma. Dosimetria está muito em moda, dosimetria da pena dos mensaleiros, tamanho do castigo que devem receber os condenados.
Não custava nada melhorar um pouquinho aqui em baixo e dosar melhor o sofrimento na caminhada diária.
De qualquer modo, essa entrevista já é um consolo. Tem um outro lado muito bom esperando a gente do lado de lá.
Esta bosta aqui não dura pra sempre.
Valeu!
Abraço!
Rony Lins
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