A imprensa mundial está debruçada sobre o cadáver do ditador Kim Jong-il, escarafunchando os detalhes da sua morte. E então nós ficamos sabendo de detalhes famélicos e hediondos. Enquanto dois milhões de pessoas morriam de fome na década de 90, o ditador norte-coreano, antes de ter um derrame em 2008, confirmado após a sua morte pelo seu médico particular, se dedicava aos prazeres da boa mesa e adorava o cinema. Kenji Fujimoto, pseudônimo de um ex-cozinheiro japonês do ditador, conta que ele tinha uma adega com 10 mil garrafas. Comia sushi e tomava sopa de barbatana de tubarão em banquetes que começavam à meia-noite e iam até de manhã.
O chefe italiano, Ermanno Furlanis, descreveu em livro suas experiências com o cardápio, que incluíam compra de mamões na Tailândia, caviar no Uzbequistão e porcos na Dinamarca. A farra era geral. Ainda vai aparecer alguém pra falar do mulherio que marcava presença nos tais banquetes...
E o povo tá lá se despencando em lágrimas, correndo o risco de inundar o país com tanto choro. Isso é que é uma lavagem cerebral e intestinal!
Abraço!
Valeu!
Rony Lins
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