Retirado da edição nº 1005 da revista EXAME:
" Um levantamento mostra quais os países em que as empresas são mais propensas a dar propina para fechar negócios
................................
Uma maneira eficaz de mitigar ao menos a corrupção é estudá-la, medi-la, compará-la - e finalmente publicá-la. É o que faz a Transparência Internacional, ou simplesmente TI, uma ONG com sede em Berlim. Fundada em 1993 pelo alemão Peter Eigen, um ex-diretor do Banco Mundial, a TI tem braços em 70 países.
Em sua mais recente operação, a TI investigou o grau de corrupção em 28 países...
.............................................................
O Brasil não está mal no levantamento da TI, mas também é um exagero dizer que está bem. É aquele tipo de situação em que não cabe comemoração nem choro, e sim trabalho para chegar mais perto dos líderes em transparência. O Brasil ficou na 14ª colocação, uma à frente da tumultuada Itália. ( Isso quer dizer que a famosa Operação Mãos Limpas , que durante muito tempo foi tratada como referência mundial no combate à corrupção, não fez uma limpeaza tão boa assim.) A faxina que a presidente Dilma Roussef vem fazendo permite dois olhares, um otimista e outro nem tanto. O primeiro sugere que o Brasil tende a avançar em transparência. O segundo faz com que você se pergunte como Dilma pôde se cercar de tantos espertalhões..."
Coisas da política. A presidente se cercou de espertalhões ou foi cercada por eles, sem espaço para uma escapada que renovasse o oxigênio e purificasse os ares governamentais? Governar é ceder para recuperar depois. Sem apoio e coalizão e coisa e tal a casa pode desabar. Ou será que arriscando mais, largando os espertalhões pelo caminho, o apoio do povo brasileiro cresce e aparece?
Quem viver, dirá.
Valeu!
Abraço!
Rony Lins
Nenhum comentário:
Postar um comentário