Domingo chuvoso e cinzento na capital federal. Passo no McDonald's na busca de um espresso no ponto, esquentar a alma é sempre um salvo conduto nessa vida louca.
Decepção, nenhum espresso, nada, a máquina está quebrada. Paciência, faz parte, a vida é feita de altos e baixos.
Quarta-feira à noitinha, McDonald's de novo, o mesmo, que insistência pouco inspirada, perseguição por um espresso que parece fugir de mim, como se me mandasse procurar alguma coisa mais produtiva pra fazer. Máquina ainda quebrada, nada de espresso na noite que começa a chuviscar.
Aí eu penso como quem não quer nada: meu amigo a coisa tá feia mesmo. Uma empresa do tamanho do McDonald's não conserta uma simples máquina de café espresso em três dias, e logo o McDonald's que já teve até o BiG Mac como índice econômico, isto é, comparativo de paridade de compra entre moedas diferentes, ou seja, quanto se precisaria em cada moeda pra comprar o dito cujo Big Mac.
Se o império comestível McDonald's não consegue consertar a sua simples máquina de café espresso em três ou quatro dias, não dá pra reclamar das nações européias que também não arrumam suas economias. Quando o McDonald's consertar o seu café, talvez a Europa conserte a sua vida também!
Valeu!
Abraço!
Rony Lins
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