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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Olha o café aí, gente....

Na coluna  PELO MUNDO, de Cristina Ruiz-Kellersmann, do dia de hoje, 29.11.2011, vem uma surpresa agradável. Leiam:

"Quem pensa que cerveja  é a bebida  do alemão  está enganado. No país da cerveja, o café é a paixão nacional. e para minha surpresa, as chamadas  "nações do café", como a Itália e a França, não são as que mais consomem  café na Europa.

Das 2.290 toneladas de café cru ( o grão antes de ser torrado e moído) importado anualmente pela União Européia, a maior parte do produto é consumido nos países escandinavos. O país que aparece no topo da lista de consumo por habitante é a Finlândia: 12,7 kg de café por ano. Mesmo diferenciando-se o consumo per capita e o consumo total, os graõs crus e os preparados solúveis, os alemães fazem bonito em todas as listas: ficam em segundo lugar no ranking dos importadores de grãos crus, sua fatia no mercado mundial de importação de café  é de 8% e o consumo per capita anual fica em torno de 7 a 8 kg. Isto significa  que o alemão bebe em média  quatro xícaras de café  por dia,  o equivalente a 160 litros por ano.

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O hábito de tomar café em Berlim data do século XVII. Já em 1675, bebia-se café na corte do príncipe-eleito de Brandemburgo. Mas naquela época, somente os ricos podiam se dar ao luxo da "bebida turca" como era apelidado. Com a popularização do café na metade do século XIX, em 1900 já havia cerca de cem casas de torrefação na cidade de Berlim. Em 1908, na cidade de Dresden, a alemã Mellita Bentz inventou o filtro de papel que é até hoje  consumido  mundialmente.


Há cerca de 800 cafeterias em Berlim, de filiais de rede até as tradicionais ou pequenas  que muitas vezes torram o próprio café, criam blends exclusivos e os vendem como especialidades, caso da Barcomi's  em Kreuzberg, criada em 1994.


Leonardo Lacca, cienasta e dono do café  Castigliani em Recife, esteve em Berlim e se impressionou com a cultura do café da cidade: "em Berlim encontrei cafeterias que juntam o rigor obssessivo do alemão pelo espresso perfeito e o lado hippie do berlinense, sem frescura, cafés que eu queria ter."


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O café é um produto democrático, consumido por todas as classes sociais. Ele faz parte do cotidiano de muitas pessoas  que não abrem mão de uma xícara de café ao acordar, na hora do almoço, do lanche, da pausa no trabalho e no jantar. Para muitos, o dia só começa após um café para despertar..."



Gente, tô  parando agora, de imediato, com a boca cheia dágua, louco por um cafezinho.
Depois eu continuo...


Valeu!

Abraço!

Rony Lins

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