Deu na Revista de domingo do jornal O Globo:
"Grupo de balé em que héteros não têm vez cria espetáculo sobre homofobia com citação até a Bolsonaro.
Projeto lindo, talento sobrando, pernas e músculos no ponto transportando para o palco um pouco do universo gay. Diz a Revista:
" Sim, nós somos! É assim, em coro, que os integrantes da companhia de dança contemporânea P-24 assumem, sem qualquer receio, que são homossexuais. Fábio Sanfer, Cláudio Vieira e Rafael Bach, todos de 32 anos, Jéfferson Nascimento, de 20, e Leandro Rebello, de 28 formam o que chamam de " a primeira companhia de balé gay do país! e veem nisso um ato de libertação.
O grupo foi fundado em fevereiro de 2011, e desde então os cinco bailarinos sonham em transportar para os palcos um pouco do universo gay. Hoje, finalizam os ensaios do primeiro espetáculo, " (V)IVO", e estão à procura de teatro no Rio para encená-lo."
E Fábio completa :
"Procuro transformar em coreografia o nosso cotidiano, seja bom ou ruim. Vamos abordar assuntos sérios, mas sem nunca perder o bom humor, afinal os gays são alegres - brinca ele."
E, sabemos todos, não é tarefa fácil manter o bom humor ao enfrentar uma sociedade refratária, homofóbica, repressiva, ainda que seja uma repressão feita de silêncio e má vontade, e escancarar de peito aberto e sapatilhas a todo vapor a sua opção de vida sexual.
Belíssimo projeto e que merece ser visto com todo carinho. Muita merda para a rapaziada do P-24!
Valeu!
Abraço!
Rony Lins
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