Deu na imprensa de hoje, 2.1.2012, um aviso para que os olhos permaneçam bem abertos:
"Depois da festa, a ressaca. Os europeus iniciaram 2012 sendo alertados por seus líderes de que o ano será de " sacrifícios" e certamente pior que 2011. Chefes de Estado e de governo usaram seus tradicionais discursos de fim de ano para afirmar que farão tudo que estiver em suas mãos para salvar o euro, que ontem comemorou dez anos de existência. Mas deixaram claro que a turbulência na zona do euro pode só estar começando.
Longe de um clima de comemoração, o tom de líderes no aniversário do euro foi de advertências à população. " O caminho para superar a crise será longo e não está isento de retrocessos", disse Angela Merkel, chanceler alemã. "2012 será, sem dúvida, um ano mais difícil que 2011", alertou. A alemã deixou claro que " a crise da dívida ainda deixa a Europa em suspense."
O presidente da França, Nicolas Sarkozy, adotou um tom ainda mais dramático, já de olho nas eleições que enfrentará neste ano. Segundo ele, a crise "não chegou a deixar as lágrimas e sangue de Churchill, mas deixará uma marca." Na avaliação de Sarkozy, que se reúne em uma semana com Merkel para começar a colocar em funcionamento a operação de união fiscal da UE, "2012 será o ano de todos os riscos e todos os perigos."
Na Grécia, o primeiro-ministro Lucas Papademos também não foi nada otimista. Segundo ele, um ano "muito difícil" está começando."
Cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém. E olhar pra ver se o cinto está bem apertado, também.
2012, lembrái de nós, pecadores, com aquele jeitinho de pai bondoso que compreende o vacilo e andar trôpego dos seus filhos, e, no mais, que todos sejamos dignos de trilhar os vossos mistérios, íntegros de saúde e alma em mais essa etapa de um caminho pedregoso e árido, com belas paisagens, às vezes, logo ali depois daquela curva...
Valeu
Abraço!
Rony Lins
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